quarta-feira, 1 de outubro de 2014

A beleza em alta no Museu do Índio

Beleza: Diálogos e Confrontos é o tema do seminário que o  Museu do Índio promove em  outubro.
O assunto, já em destaque na exposição Ashaninka: O Poder da Beleza, ganha agora nova abordagem com a realização do evento.
Durante todo o mês serão realizadas palestras semanais, com a finalidade de estabelecer conexões entre o conceito de beleza predominante em nossa sociedade, sua construção, seu poder sobre as subjetividades e como a beleza é pensada pelos povos indígenas.
A beleza no envelhecimento, o culto ao corpo e a história dos padrões de beleza serão alguns dos temas analisados por antropólogos e pesquisadores, entre eles, a Coordenadora do Programa de Pós Graduação em Antropologia Social da UFRJ, prof. Bruna Franchetto, e a prof. Regina Muller, que desenvolve, na Unicamp, o projeto temático "Antropologia da Performance: drama, estética e ritual".
Realizado pelo Museu do Índio em parceria com o Núcleo de Doenças da Beleza da PUC-Rio, o seminário tem coordenação da vice diretora do MI, Arilza Almeida, e curadoria das professoras da PUC, Junia de Vilhena e Joana V. Novaes.
Os encontros serão realizados nos dias 8, 15, 22 e 29 de outubro (quartas-feiras) , sempre a partir das 19 h no Museu do Índio – Rua das Palmeiras, 55/ Botafogo.
Os interessados podem se inscrever pelo telefone 3214 8730, de segunda a sexta-feira, das 10 às 17 h ou no correio eletrônicociclodepalestras.mi@gmail.com . Evento gratuito.

Programação:

- dia 08/10
Uma mesma beleza?
Ieda Tucherman – Prof. do Programa de Pesquisa e Pós-Graduação em Comunicação da UFRJ, pesquisadora do CNPq, autora do livro "Breve história do corpo e de seus monstros".
Bruna Franchetto – Prof. e coordenadora do Programa de Pós Graduação em Antropologia Social do Museu Nacional/ UFRJ. Coordena também , o Projeto de Documentação de Línguas Indígenas do Museu do Índio/ FUNAI e UNESCO. Autora de inúmeras publicações, além de assinar a organização do livro " Ikú Ügühütü Higei: Arte gráfica dos Povos Karib do alto Xingu com mestres Karib.
- dia 15/10
Tiranias da Beleza I: Abra os olhos e feche a boca
Joana V. Noaves – Prof. do Programa de Mestrado e Doutorado em Psicanálise, Saúde e Sociedade da Universidade Veiga de Almeida. Coordenadora do Núcleo de Doenças da Beleza da PUC-Rio. Autora dos livros "O intolerável peso da feiúra" e "Com que corpo eu vou?" entre outros .
José Durval Cavalcanti de Albuquerque – Psiquiatra, psicanalista, menbro da International Federation of Psychoanalytic
- dia 22/10
O Poder da Beleza
Auterives Maciel – Filósofo, prof do Programa de Mestrado e Doutorado em Psicanálise, Saúde e Sociedade da Universidade Veiga de Almeida. Autor do livro "Os pré-socráticos – a invenção da razão."
Regina Muller – Desenvolve o projeto temático "Antropologia da Performance: drama e ritual, pela USP/UNICAMP. Autora de inúmeros artigos e organizadora de várias publicações, entre elas "Performance, arte e antropologia".
- dia 29/10
Tiranias da beleza II. Há beleza no envelhecimento?
Junia de Vilhena – Psicanalista. Professora do Programa de Pós-Graduaçao em Psicologia Clínica da PUC/RJ. Coodenadora do Laboratório Interdisciplicar de Pesquisa e Intervenção Social da PUC/RJ .
Tania Dauster – Antropóloga. Prof. emérita da PUC/RJ. Coordenadora da pesquisa "Fundadores – a contrução da memória", da PUC/ RJ. Organizadora das publicações "Por que ler?" (FAPERJ/ LAMPARINA e "Etnografia e Educação".

Comunicacação Social / MI
24/09/2014

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Piquenique de Histórias no Museu do Índio


Nova programação começa no dia 28 de Setembro e vai ocupar todos os finais de semana de Outubro. Aproveitem para visitar a exposição Ashaninka: o Poder da Beleza.
http://www.museudoindio.gov.br

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Lançamento de livro infantil no próximo sábado - dia 23.08

Tragam as crianças para uma tarde incrível  nos jardins do Museu. 
Tarde de autógrafos dos livros infantis "Uma amizade pintada de urucum" e A recontadora de histórias" com muita brincadeira e sessão de histórias às 15h30.



Museu do Índio - rua das Palameiras, 55 - Botafogo

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Atividade em parceria do Museu do Índio com a Clínica da Família Santa Marta e o CMS Dom Hélder Câmara


Aconteceu hoje no espaço do Museu do Índio a  atividade" Promoção em Saúde", café da manhã saudável com os pacientes do grupo de atividade física orientado pelo professor José Eduardo Prates.
A Promoção consiste em Práticas saudáveis, caminhada pelas ruas do bairro, orientação das Estagiarias do último ano de Nutrição da Faculdade URFJ  sobre alimentação saudável e por último visita à exposição em cartaz no Museu do Índio " Ashaninka - o Poder da Beleza". 
O objetivo desta Ação visa promover saúde, confraternização, socialização e  orientação de práticas saudáveis.



Iniciativa do Professor José Eduardo Prates da Clínica da Família Santa Marta e CMS Dom Hélder Câmara. 

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Venham e tragam as crianças!!


Tragam as crianças para uma tarde incrível  nos jardins do Museu. 
Tarde de autógrafos dos livros infantis "Uma amizade pintada de urucum" e A recontadora de histórias" com muita brincadeira e sessão de histórias às 15h30.


Museu do Índio - Rua da Palmeiras, 55 - Botafogo RJ

terça-feira, 12 de agosto de 2014

" Ashaninka - o Poder da Beleza". Exposição em cartaz no Museu do Índio Entrada gratuita.















Exposição Ashaninka - O Poder da Beleza
Visitação: de terça a sexta-feira, das 9h às 17h30min;
Sábado, domingo e feriado, das 13h às 17h.

Rua das Palmeiras 55 - Botafogo - Rio de Janeiro/RJ.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

No dia 9 de agosto, o Museu do Índio abre para o público a exposição Ashaninka-O Poder da Beleza, quarta edição do Programa Índio no Museu. Apoio: Unesco.





"Ashaninka - o Poder da Beleza" - nova exposição do MI, em Botafogo-RJ, será aberta ao público no Dia Internacional dos Povos Indígenas, 9 de agosto, sábado, às 13 h. Venham com os amigos! Os Ashaninka estarão presentes!



"
Hoje, os Ashaninkas ocupam a região de fronteira entre Brasil e Peru. Somam cerca de 70 mil pessoas, e a maioria vive em aldeias do território peruano e uma pequena parte no estado do Acre, no Brasil,  localizadas perto dos rios Envira, Amônia e Riozinho. 
Nos espaços do Museu o visitante encontra em exposições etnográficas e fotográficas toda a riqueza da arte do corpo e todo o poder da beleza manifestadas no universo da etnia. O visitante será capaz de compreender o significado da arte no modo de vida desse povo. A  parceria direta com os povos indígenas é uma das prioridades desta iniciativa, que tem o objetivo de documentar e disseminar a cultura material indígena. 
Curadoria:  Peter Beysen e Sonja Ferson em parceria com as comunidades e associações indígenas Ashaninka dos rios Envira, Riozinho e Amònia


quarta-feira, 28 de maio de 2014

Equipe Pataxó lança blog para divulgar ações de salvaguarda do patrimônio cultural

 Vivo Pataxó envolve as comunidades da Aldeia Barra Velha e da Reserva da Jaqueira,
no sul da Bahia, empenhadas em documentar seus conhecimentos tradicionais para as futuras gerações.
blogPataxo
blog surgiu a partir da necessidade de divulgar os trabalhos, os resultados e outras informações sobre os Pataxo, como a exposição fotográfica "Coisas Pataxó: a arte do saber-fazer" inaugurada na Aldeia Barra Velha, em 19 de abril, Dia do Índio.
figura mapa pataxo




 Os Pataxó habitam cerca de 30 aldeias no extremo sul da Bahia e Leste de Minas Gerais.
O projeto Museu Vivo Pataxó é realizado no âmbito do Projeto de Documentação de Culturas Indígenas – PRODOCULT do Museu do Índio. A equipe é formada pelos pesquisadores indígenas Kaiones, Aurim e Naiara, com o apoio do antropólogo Thiago Cardoso.




museudoindio.gov.br

quarta-feira, 30 de abril de 2014

A TEMÁTICA INDÍGENA NA ESCOLA


 Novos subsídios para professores de 1º e 2º graus
Aracy Lopes da Silva Luis
Donizete Benzi Grupioni
Organização
MEC/MARI/

Este livro, dedicado aos professores de 1º e 2º graus e a seus alunos, abarca uma ampla variedade de temas e reúnem as contribuições de vinte e dois autores, referentes a mais de duzentos povos indígenas que habitam o Brasil. Seu tema de fundo e o convívio na diferença afirmado como possibilidade efetiva. Analisam-se, aqui, as condições necessárias para o convívio construtivo entre segmentos diferenciados da população brasileira, visto como processo marcado pelo conhecimento mutuo, pela aceitação das diferenças, pelo dialogo. A reflexão sobre os povos indígenas e sobre as lições que sua historia e suas concepções de mundos e de vida podem nos trazer, aliada ao exame dos modos de relacionamento que a sociedade e o Estado nacionais oferecem aos povos indígenas constituem um campo fértil para pensarmos o pais e o futuro que queremos.
Link para download:  http://www.indioeduca.org/?p=2047



  
Por: Marina Cândido Marcos

http://www.indioeduca.org/

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Linhas e Línguas - Curt Nimuendajú e os Índios no Brasil

Exposição no Baukurs Cultural, em Botafogo-RJ, promovida pelo Consulado Geral da Alemanha com apoio do Museu do Índio/Funai, revela o trabalho do etnólogo Curt Nimuendajú e sua vida nas terras brasileiras.
Segundo os organizadores, a mostra reúne 30 fotografias numa curta biografia do etnólogo alemão, uma instalação gráfica do mapa etno-histórico do IBGE e um passeio ilustrado por peças representativas da cultura material indígena dos dias de hoje. Em paralelo , a exibição de filmes históricos do Serviço de Proteção aos Índios , da mesma época das viagens de Nimuendajú, e filmes atuais de 33 etnias realizados através do Programa de Documentação de Línguas e Culturas Indígenas do Museu do Índio, propondo um paralelo entre o passado e o presente da documentação etnológica e suas contribuições para o respeito e valorização das culturas indígenas no país.




Exposição: 26 de abril a 26 de agosto de 2014
Segunda a sexta das 10h às 16h.
Sábados das 12h às 19h.
Baukurs Botafogo - Rua Goethe 15
2294-6017/2246-6242
w.w.w.baukurs.com.br






domingo, 27 de abril de 2014

Hoje última apresentação dos Fulni-ô nos jardins do Museu do Índio

O Museu fica aberto a partir das 14 horas e encerra com os cantos e danças Fulni-ô  as 16 horas.
 Entrada grátis.
 Última Apresentação. Não perca!










sábado, 26 de abril de 2014

Centro Cultural Ikuiapá promove atividades pelo Dia do Índio

A partir de 10 de abril e até 30 de maio, quem estiver em Cuiabá (MT) terá a oportunidade de conhecer um pouco sobre o modo de vida e as tradições dos povos indígenas do Parque do Xingu.
A programação especialmente elaborada para marcar o Dia do Índio, celebrado em 19 de abril, é realizada em parceria com o Sesc Casa do Artesão e tem entrada gratuita.
Na agenda, a exposição O KUARUP, nome do ritual realizado por diversas etnias em homenagem aos mortos, vai apresentar artefatos indígenas e imagens do fotógrafo e documentarista Renato Soares sobre essa e outras cerimônias que permeiam o cotidiano das aldeias xinguanas. O público também terá a oportunidade de assistir palestras proferidas por membros da equipe do Centro Cultural Ikuiapá sobre vários aspectos do Kuarup e sua importância para  os povos indígenas.

Conheça a programação completa:

Exposição O Kuarup 

Abertura: 10 de abril, às 15 horas
Visitação: de 10 de abril a 30 de maio

Palestras
Dia: 11 de abril
- O Artefato no Kuarup, Aline Batistella - 09h
- O Kuarup: Um Olhar Bakairi, Vitor Peruare - 09h30min.
- O Kuarup na Filatelia Brasileira, Diego Brito - 10h
- As cores do Kuarup, Anna Maria Ribeiro Costa - 10h30min.
Público alvo: pesquisadores, universitários e população em geral - gratuito
Inscrições pelo telefone (65) 3611-0500
Sesc Casa do Artesão
Endereço: Rua Treze de Junho, 315 - Centro Norte - Cuiabá\MT
http://www.museudoindio.org.br/

Arte indígena no Museu Janete Costa

Duas mostras reunindo 100 peças etnológicas do Museu do Índio estão sendo apresentadas nos espaços expositivos do Museu de Arte Popular Janete Costa.
A exposição Artes Indígenas e etnodesign: "vontade de beleza" é composta de peças, fotos e filmes sobre a produção indígena de objetos utilitários e ao mesmo tempo artísticos , definidos por especialistas como "etnodesign". A mostra é uma oportunidade para os visitantes conhecerem a diversidade da cultura material de diferentes povos indígenas brasileiros. A curadoria é do diretor do Museu Janete Costa, Wallace de Deus.
Já na exposição "Poética Karajá: arte Iny" o público confere a produção da arte material  Karajá (TO). A mostra reúne peças em plumária, palha, madeira, cerâmica, miçanga e cabaça. A curadoria é assinada pela antropóloga Whan Chang , coordenadora do Programa de Documentação de Línguas e Culturas Indígenas do Museu do Índio.
Aberta ao público desde o dia 16 de abril, as exposições são resultado de uma parceria iniciada este ano entre o Museu do Índio e o Museu Janete Costa.  As duas mostras fazem parte da série de eventos especiais programados pelo MI, em celebração ao Dia do Índio (19/04).
As exposições podem ser vistas de terça a domingo, das 10 às 18 horas,  até 16 de agosto. O endereço é Rua Presidente Domiciano, 178, Ingá - Niterói RJ.
De graça.
 Veja aqui as fotos






terça-feira, 22 de abril de 2014

Atividades nos Jardins do Museu


As atividades nos jardins do Museu continuam até domingo, 27/04, das 14 às 16 h.
O público pode participar de atividades interativas como a pintura Kuikuro ou confecção de cocares fulni-ô utilizando canudinhos de plástico. Encerrando a tarde, as 16 horas, apresentação fulni-ô (PE) de cantos e danças. Venha, traga as crianças e participe!


domingo, 20 de abril de 2014

19 de abril no Museu do Índio

Cerca de 350 pessoas prestigiaram, neste sábado (19 de abril),  as celebrações pelo Dia do Índio.  Durante toda a tarde, o  público pode participar de diversas atividades ao ar livre e gratuitas: duas oficinas,  o  lançamento do filme Karioca, de Takumã Kuikuro,  a reabertura da  Biblioteca Marechal Rondon,  com a exposição  Florestas de Livros, reunindo  publicações de autores indígenas e uma apresentação  fulni-ô (PE) de cantos e danças.  A programação encantou o público e atraiu visitantes de todas as  tribos e idades, em um dia marcado por muita interatividade.  As celebrações pelo Dia do Índio prosseguem no  MI até o fim de abril. 


Museu do Índio lotado durante apresentação dos Fulni-ô

O premiado cineasta indígena fala sobre o seu novo filme,
destinado ao público infantil, antes da sessão de estréia

Fila para as tatuagens com desenhos kuikuro, em pinturas
feitas com tinta a base de jenipapo, como nas aldeias.  

Exemplo de reciclagem ambientalmente correto:
as crianças aprendem com os fulni-ô a confeccionar
cocares utilizando canudinhos de plástico.   

A Biblioteca Marechal Rondon reabre com um novo espaço
dedicado aos leitores mirins. A reabetura foi marcada com a
inauguração da mostra Floresta de Livros

Comunicação Social/ MI

20/04/2014

terça-feira, 15 de abril de 2014

Programação especial do Museu do Índio para celebrar o 19 de abril.

Confira a programação:
Dança Fulni-ô  no Museu do Índio
Pintura Kuikuro
No Museu do Índio
Endereço: Rua das Palmeiras 55 – Botafogo Rio de Janeiro - RJ

. Oficina de Pintura Corporal Kuikuro (Parque do Xingu/MT) – Dias 19 (Dia do Índio, sábado), 20, 21, 23, 26 e 27, das 14 às 16 horas


. Oficina de Arte Fulni-ô (PE) – Dias  19 (Dia do Índio, sábado), 20, 21, 22, 23, 24, 25, 26 e 27, das 14 às 16 horas


. Apresentação cultural – danças e cantos – Fulni-ô (PE) – Dias  19 (Dia do Índio, sábado), 20, 21, 22, 23, 24, 25, 26 e 27 – às 16 horas



Reabertura da Biblioteca Marechal Rondon do Museu do Índio com a inauguração da mostra de autores indígenas "A Floresta de Livros", em parceria com o Departamento Cultural da Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ. Uma pequena exposição da produção escrita dos índios, didática e paradidática. Algumas publicações são monolingues, seja em língua indígena, seja em português. Outros são bilíngues. Dia 19 – Dia do Índio (sábado), às 15 horas



. Programação de filmes do Programa de Documentação de Línguas e Culturas Indígenas – PROGDOC do Museu do Índio/FUNAI – Dias 19 (Dia do Índio, sábado), 20, 21, 22, 23, 24, 25, 26 e 27, das 14 às 16 horas

Destaque para a sessão de lançamento do filme Karioka, do cineasta indígena Takumã Kuikuro,  19 (Dia do Índio, sábado), às 14 horas



Programação em conjunto
No Museu Janete Costa de Arte Popular (acervo do Museu do Índio)

Duas exposições de arte indígena que reúnem mais de 100 peças etnológicas do acervo do Museu do Índio. São elas:
. Exposição Artes Indígenas e etnodesign: "vontade de beleza" – peças, fotos e filmes sobre a produção indígena de objetos utilitários e ao mesmo tempo artísticos, definidos por especialistas como "etnodesign".
Curadoria: Wallace de Deus Barbosa


. Mostra "Poética Karajá: arte Iny". A exposição vai apresentar a arte e a cultura material Karajá (TO) reunindo peças nos seguintes materiais: plumária, palha, madeira, cerâmica, miçanga e cabaça.
Curadoria: Whan Chang


Abertura: Dia 16 de abril (quarta-feira), às 17 horas – Até 16 de agosto
Danças e cantos indígenas
Visitação: terça a domingo, das 10 às 18 horas
Endereço: Rua Presidente Domiciano, 178 a 182 Ingá – Niterói RJ



Comunicação Social/ MI

Atividades interativas abrem a programação especial do Museu do Índio para celebrar o 19 de abril.

Domingo de celebração no Museu do Índio

Mais um dia de atividades gratuitas com danças e cantos Fulni-ô (PE),
 pintura corporal Kuikuro (MT) e  muita interatividade com o público. 
A programação é ao ar livre  preparada especialmente para celebrar 
o Dia do Índio (19/04) se estende até o fim do mês. 



Foto: Celso Renato Maldos





Comunicação Social/ MI
13/04/2014

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Dia do Índio: o que não fazer em sala de aula

Dia 19 de abril, data em homenagem aos primeiros habitantes do Brasil, evite os estereótipos e preconceitos que costumam invadir as salas de aula e veja algumas propostas de como trabalhar os conteúdos 

Em 1940, o 1º Congresso Indigenista Interamericano, reunido em Patzcuaro, México, aprovou uma recomendação proposta por delegados indígenas do Panamá, Chile, Estados Unidos e México. O evento quase fracassou nos dias de abertura, mas teve sucesso no dia 19, assim que as lideranças indígenas deixaram a desconfiança e o medo de lado e apareceram para discutir seus direitos, em um encontro marcante. 

Nessa data, é comum encontrar nas escolas comemorações com fantasias, crianças pintadas, música e atividades culturais. No entanto, a maneira como algumas dessas práticas são conduzidas reproduzem antigos preconceitos e estereótipos.
Não use o Dia do Índio para mitificar a figura do indígena, com atividades que incluam vestir as crianças com cocares ou pintá-las.
Promova uma discussão sobre a cultura indígena usando fotos, vídeos, música e literatura de contos indígenas. A cultura indígena faz parte da essência da pessoa, ser índio não é estar nu ou pintado, como também não se deixa de ser índio por viver na sociedade contemporânea
Dê oportunidade aos alunos de saberem que os povos indígenas não vivem mais como em 1500. Hoje, muitos têm acesso à tecnologia, à universidade e a tudo o que a vida moderna proporciona, mesmo assim não deixam de ser indígenas e de preservar a cultura e os costumes.
Recorra a exemplos reais e explique qual é a etnia, a língua falada, o local e os costumes. O Brasil tem cerca de 230 povos indígenas, que falam cerca de 180 línguas. Cada etnia tem sua identidade, rituais, modo de vestir e de se organizar.
Não reproduza as casas e aldeias de maneira simplificada, com maquetes de ocas. "Oca" é uma palavra tupi, que não se aplica a outros povos. O formato de cada habitação varia de acordo com a etnia e diz respeito ao seu modo de organização social.
A Lei 11.645/08 inclui a cultura indígena no currículo escolar brasileiro. Por que não incluir no planejamento de História, de Língua Portuguesa e de Geografia discussões e atividades sobre a cultura indígena, ao longo do ano todo? Procure material de referência e elabore aulas que proponham uma discussão sobre cultura indígena ou sobre elementos que a emprestou à nossa vida, seja na língua, na alimentação, na arte ou na medicina.
Faça um debate sobre o que podemos aprender com esses povos.


Atividades gratuitas marcam as celebrações do Dia do Índio 2014

O Museu do Índio vai promover , a partir do dia 12 de abril, uma série de atividades gratuitas para marcar as celebrações do Dia do Índio (19 de abril).
Serão realizadas oficinas de arte e de pintura corporal indígena , além de apresentações de cantos e danças. O público também vai conferir uma mostra literária de autores indígenas e a reabertura da Biblioteca Marechal Rondon. Ainda dentro da programação, serão inauguradas, no Museu Janete Costa, em Niterói, duas exposições reunindo mais de 100 peças do acervo etnológico do Museu do Indio.
Confira a programação:
No Museu do Índio
Endereço: Rua das Palmeiras 55 – Botafogo Rio de Janeiro - RJ

. Oficina de Pintura Corporal Kuikuro (Parque do Xingu/MT) – Dias 12, 13, 19 (Dia do Índio, sábado), 20, 21, 23, 26 e 27, das 14 às 16 horas

. Oficina de Arte Fulni-ô (PE) – Dias 12, 13, 19 (Dia do Índio, sábado), 20, 21, 22, 23, 24, 25, 26 e 27, das 14 às 16 horas

. Apresentação cultural – danças e cantos – Fulni-ô (PE) – Dias 12, 13, 19 (Dia do Índio, sábado), 20, 21, 22, 23, 24, 25, 26 e 27 – às 16 horas

. Mostra de autores indígenas "A Floresta de Livros" em parceria com o Departamento Cultural da Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ. Uma pequena exposição da produção escrita dos índios, didática e paradidática. Algumas publicações são monolingues, seja em língua indígena, seja em português. Outros são bilíngues. Dia 19 – Dia do Índio (sábado), às 15 horas

. Exibição de filmes do Programa de Documentação de Línguas e Culturas Indígenas – PROGDOC do Museu do Índio/FUNAI – Dias 12, 13, 19(Dia do Índio, sábado), 20, 21, 22, 23, 24, 25, 26 e 27, das 14 às 16 horas
Destaque para a sessão de lançamento do filme Karioka, do cineasta indígena Takumã Kuikuro,  19 (Dia do Índio, sábado), às 14 horas

. Reabertura da Bibilioteca Marechal Rondon –  19 (Dia do Índio, sábado) , às 14 horas

Programação em conjunto
No Museu Janete Costa de Arte Popular (acervo do Museu do Índio)
Duas exposições de arte indígena vão reunir mais de 100 peças etnológicas do acervo do Museu do Índio. São elas:
. Exposição Artes Indígenas e etnodesign: "vontade de beleza" – peças, fotos e filmes sobre a produção indígena de objetos utilitários e ao mesmo tempo artísticos, definidos por especialistas como "etnodesign".
Curadoria: Wallace de Deus Barbosa

. Mostra "Poética Karajá: arte Iny". A exposição vai apresentar a arte e a cultura material Karajá (TO) reunindo peças nos seguintes materiais: plumária, palha, madeira, cerâmica, miçanga e cabaça.
Curadoria: Whan Chang

Abertura: Dia 16 de abril (quarta-feira), às 17 horas – Até 16 de agosto
Apresentações culturais Fulni-ô (PE) – danças e cantos
Visitação: terça a domingo, das 10 às 18 horas
Endereço: Rua Presidente Domiciano, 178 a 182 Ingá – Niterói RJ
 Comunicação Social/ MI
10/04/2014

quarta-feira, 9 de abril de 2014

TERRAS INDÍGENAS?

Terras Indígenas são territórios legalmente demarcados pelo Estado brasileiro. Isso quer dizer que o Estado brasileiro tem por obrigação protegê-los, sendo assim não é permitida a entrada de não indígenas nessas terras, a não ser com a autorização da comunidade indígena ou da Funai.
Logo abaixo há dois mapas. Um é sobre a divisão do Brasil em estados e o outro mostra onde estão localizadas todas as Terras Indígenas no Brasil.
Você verá que os dois mapas são muitos diferentes, especialmente porque muitos territórios indígenas estão situados em mais de um estado.
Isso acontece porque esses territórios já existiam antes da divisão do Brasil em estados - antes mesmo de existir o país!
















O mesmo ocorre com as fronteiras entre os países! Muitas vezes encontramos povos indígenas que vivem entre dois ou mais países, porque já ocupavam essas áreas antes dos países existirem – isto é, antes da criação das fronteiras. É o caso dos Guarani, que vivem em cinco países: Brasil, Bolívia, Paraguai, Uruguai e Argentina.




Já os Yanomami vivem no norte do Brasil e na Venezuela. Esses grupos, apesar de estarem separados por fronteiras internacionais, se relacionam com seus parentes que vivem nos países vizinhos, mantendo as redes de trocas e de comunicação entre as diferentes comunidades.



Onde vive a maioria dos índios?

Cerca de 55% da população indígena vive na chamada Amazônia Legal. Essa região abrange os Estados do Amazonas, Acre, Amapá, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins, Mato Grosso e a parte oeste do Maranhão.
As Terras Indígenas localizadas nessa região são maiores do que aquelas existentes em outras regiões do país. A ocupação do território brasileiro pelos não índios, desde 1500, começou com a expulsão dos índios que viviam em áreas mais ou menos próximas ao litoral. Assim, as áreas mais afastadas, no interior do país, como a Amazônia Legal, foram as últimas a serem ocupadas, e é por isso que hoje em dia as Terras Indígenas lá são maiores. Para os povos que habitam a região isso significa uma melhor qualidade de vida, pois eles dependem diretamente do tamanho da área que ocupam para manter sua vida e sua cultura. Quanto maior é a Terra Indígena, mais plantas e animais existem e, assim, mais alimentos, mais remédios, mais matéria-prima para a fabricação de objetos e casas, etc.

Existem índios fora da Amazônia Legal?

Os 45% restantes da população indígena vive em áreas fora da Amazônia Legal.
Esses grupos vivem "apertados" em terras muito menores que as terras indígenas localizadas na Amazônia. Na maioria das vezes, essas terras não são suficientes para manter suas formas tradicionais de vida e é assim que surgem problemas sérios, como a desnutrição e a miséria, gerados pela falta de alimentos: não há mais caça, nem peixes, nem lugares para fazer roça.
Há ainda muitos povos que não têm onde viver, pois foram expulsos de suas terras por ocupantes não indígenas. Alguns se instalam temporariamente em acampamentos, existentes em vários estados do país, onde vivem em péssimas condições, enquanto lutam pela recuperação de suas terras.

Quem invade as Terras Indígenas?

Suas terras são invadidas por garimpeiros, pescadores, caçadores, posseiros, fazendeiros, empresas madeireiras...Outras terras são cortadas por estradas, ferrovias, linhas de transmissão de energia ou têm partes inundadas por usinas hidrelétricas. Além disso, é bastante comum os índios sofrerem os efeitos daquilo que acontece fora de suas terras, nas regiões que as cercam: poluição de rios, desmatamentos, queimadas etc. Frente a todas essas ameaças, os povos indígenas sabem a importância de ter uma terra demarcada para viver, com fronteiras que impeçam a entrada de invasores.



http://pibmirim.socioambiental.org/terras-indigenas